Mas mais que as normais, pessoas medíocres me enjoam com muito mais força. Mas isso é para um outro post qualquer no futuro.
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Eu sempre fui uma pessoa bem diferente do normal na sociedade, mas por alguma coisa idiota dentro de mim, por muito tempo procurei, não sei porque, me encaixar, ser "igual" e esse choque entre o que eu penso e a sociedade pensa doi muito, por isso meu método era envergar, ser de certa forma ... hipócrita. Quem não é?
O problema, é que desde pequena tenho essa capacidade estranha de distinguir o razoável do não razoável, o que chamam de ceticismo e acabo não engolindo qualquer argumento facilmente, acabo concluindo coisas que são escondidas a partir de dados poucos visíveis (tá, algumas vezes extrapolava, mas isso era químico) e querendo provas do que acredito estar "mal explicado".
Com o passar dos anos aprendi que agente não precisa aceitar tudo, engolir tudo e pode sim se rebelar, e que não precisa ser perdoado ou perdoar os atos alheios. Aprendi que ser cético não impede ninguém de ser sentimental ou impulsivo, de se chatear e de ser criançola, muito menos. E sem dúvida, eu sou tudo isso!
Mas por que falar disso tudo? Porque acabei de sair (mais ou menos uns 20 dias) de um estado catatônico de vida, onde minhas reações químicas estavam prejudicadas por um probleminha de, digamos, recaptação....rs....rs... e meu pensamento crítico estava meio que em dormência.
Eu SOU diferente, penso MUITO diferente do ser social normal, tanto religiosamente como sentimentalmente e isso me faz única. E por ser diferente a sociedade não me aceita, eu não sou aceita plenamente.
Sabe, isso não me perturba (já me pertubou durante minha fazer "quimio-doida" por quase 2 anos) e só tenho uma certeza sobre as coisas que tenho vivido ultimamente, NÃO ME IMPORTA.
Pessoas como eu fazem mal a outras, por ser inteligente demais, descolada demais, complicada demais, individualista demais, radical demais e o principal... não me importar com isso nem com os sentimentos alheios.
E não obstante isso tudo, ainda consigo ser fofa, agradável, maternal e amiga de quem ME INTERESSA.
É engraçado, eu achava que conseguia deixar o que e quem eu sou explicito e que as pessoas sabiam com quem lidavam, mas para minha surpresa não deixo, ou não tenho deixado, sei lá, então é melhor eu falar né?
Assim, as pessoas já ficam prevenidas...rs...rs...rs...
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Eu sempre fui uma pessoa bem diferente do normal na sociedade, mas por alguma coisa idiota dentro de mim, por muito tempo procurei, não sei porque, me encaixar, ser "igual" e esse choque entre o que eu penso e a sociedade pensa doi muito, por isso meu método era envergar, ser de certa forma ... hipócrita. Quem não é?
O problema, é que desde pequena tenho essa capacidade estranha de distinguir o razoável do não razoável, o que chamam de ceticismo e acabo não engolindo qualquer argumento facilmente, acabo concluindo coisas que são escondidas a partir de dados poucos visíveis (tá, algumas vezes extrapolava, mas isso era químico) e querendo provas do que acredito estar "mal explicado".
Com o passar dos anos aprendi que agente não precisa aceitar tudo, engolir tudo e pode sim se rebelar, e que não precisa ser perdoado ou perdoar os atos alheios. Aprendi que ser cético não impede ninguém de ser sentimental ou impulsivo, de se chatear e de ser criançola, muito menos. E sem dúvida, eu sou tudo isso!
Mas por que falar disso tudo? Porque acabei de sair (mais ou menos uns 20 dias) de um estado catatônico de vida, onde minhas reações químicas estavam prejudicadas por um probleminha de, digamos, recaptação....rs....rs... e meu pensamento crítico estava meio que em dormência.
Eu SOU diferente, penso MUITO diferente do ser social normal, tanto religiosamente como sentimentalmente e isso me faz única. E por ser diferente a sociedade não me aceita, eu não sou aceita plenamente.
Sabe, isso não me perturba (já me pertubou durante minha fazer "quimio-doida" por quase 2 anos) e só tenho uma certeza sobre as coisas que tenho vivido ultimamente, NÃO ME IMPORTA.
Pessoas como eu fazem mal a outras, por ser inteligente demais, descolada demais, complicada demais, individualista demais, radical demais e o principal... não me importar com isso nem com os sentimentos alheios.
E não obstante isso tudo, ainda consigo ser fofa, agradável, maternal e amiga de quem ME INTERESSA.
É engraçado, eu achava que conseguia deixar o que e quem eu sou explicito e que as pessoas sabiam com quem lidavam, mas para minha surpresa não deixo, ou não tenho deixado, sei lá, então é melhor eu falar né?
Assim, as pessoas já ficam prevenidas...rs...rs...rs...
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