Citando, é como se eu estivesse cega, más o mundo não estivesse negro e sim branco. Uma cortina de brancura agradável e ao mesmo tempo não. É como se eu estivesse dentro de uma caixa de vidro onde podem me ver e eu não vejo nada lá fora. Não é tristeza, é exaltação, é um querer correr e não ter pernas ou não ter para onde ir. É uma inveja e um ciúme de nada e de ninguém, do tempo, do passado talvez, do futuro. É uma pressão no peito que é impensada, é querer matar, é querer morrer, talvez mais como um não querer estar. É como se fossem sílabas no ar...
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